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Pastor é afastado após aceitar participação de mulheres em culto

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Igreja Presbiteriana de Brasília

Um pastor da igreja Presbiteriana de Brasília, do Lago Sul ,foi afastado depois que o líder da igreja resolveu aceitar a participação de mulheres durante o culto.

A igreja Presbiteriana conhecida por suas atitudes ultraconservadoras, e que tem ligação com o Instituto Mackenzie, tomou uma medida drástica contra um pastor. Ela afastou o líder depois que ficaram sabendo que ele tinha aceitado que um casal realizasse a liturgia com taças durante a comemoração do casamento. Ainda por ter permitido que uma mulher fizesse a pregação na tribuna da igreja.

Alguns consideraram a punição arbitrária e fora do contexto, ainda mais quando diz respeito a não participação de mulheres em cultos evangélicos. Em outras igrejas as mulheres já dominam grande parte da liturgia.

Proibir a participação das mulheres durante os rituais, vai contra até mesmo as cláusulas mínimas dos Direitos Humanos que fala sobre a livre manifestação feminina.

Na visão da igreja, as mulheres devem ter autorização prévia de um homem para poder fazer uso do púlpito. Além de não autorizar a ordenação de mulheres, defendendo a submissão feminina em relação ao homem.

Além disso, as mulheres da Igreja e as estudantes podem não possuir liberdade para opinar e até se manifestar.

Ou seja, quando o pastor escolheu dar mais liberdade a mulher, o pastor recebeu restrições e teve o seu afastamento da Presbiteriana decretado.

Perguntado porque tinha agido desta forma, o pastor afastado se baseou em fatos anteriores para permitir a participação de mulheres, quando uma mulher pregou para o público. A ministração foi de uma Pastora da Igreja Anglicana que falou para o público presente e os responsáveis não foram punidos.

Nas redes sociais, membros da Presbiteriana e apoiadores do pastor ficaram revoltados com a atitude e não entenderam porque a igreja agiu com tanto rigor e punição por algo tão comum no mundo evangélico.



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